Justiça Prisão por estupro
Homem é condenado a 13 anos de prisão por estupro de vulnerável no Rio Grande do Sul
Sentença atendeu pedido do Ministério Público e confirma condenação por estupro de vulnerável e lesão corporal qualificada contra uma adolescente de 13 anos em Estância Velha
07/10/2025 17h29 Atualizada há 5 meses
Por: Redação da Gazeta

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou um homem a 13 anos de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável e lesão corporal qualificada contra uma adolescente de 13 anos, em Estância Velha. A decisão foi publicada no dia 23 de setembro, após pedido do Ministério Público do Estado (MPRS).

O crime aconteceu no final da tarde de 27 de março de 2025, no bairro Rincão dos Ilhéus. Segundo a denúncia apresentada pelo promotor de Justiça Bruno Amorim Carpes, o agressor abordou a vítima pedindo informações e, após a negativa, a arrastou para uma área escura, onde a agrediu com socos e puxões de cabelo, além de praticar atos libidinosos.

A vítima foi socorrida por familiares e vizinhos. O reconhecimento do capacete e da motocicleta usados pelo criminoso foi fundamental para sua identificação.

Além da condenação por estupro de vulnerável, o homem também foi considerado culpado por lesão corporal qualificada, por razões da condição do sexo feminino. A Justiça manteve a prisão preventiva do réu, decretada ainda na fase de investigação, em razão da gravidade do caso e do risco à ordem pública.

O promotor de Justiça Bruno Carpes destacou que a condenação reforça o compromisso do Ministério Público com a proteção das vítimas e a aplicação da lei:

“A sentença reafirma o compromisso do Ministério Público com a proteção da dignidade das vítimas e com a responsabilização dos agressores. Em um caso que gerou comoção social e até tentativa de linchamento antes da prisão, é fundamental que a sociedade veja que a justiça foi feita pelos meios legais e institucionais.”

Se você souber ou suspeitar de casos de violência contra crianças ou adolescentes, denuncie. O processo é rápido, sigiloso e salva vidas. Em casos de urgência, ligue 190 (Brigada Militar). Também é possível procurar o Conselho Tutelar, a Promotoria de Justiça, a Delegacia de Polícia mais próxima ou discar 100.