
O Espaço Cultural Antiga Matriz (ECAM) foi palco, no último sábado (25), de uma noite memorável de arte, expressão e protagonismo juvenil durante o 4º Sarau Municipal da Cooperprima. O evento, promovido pela cooperativa escolar da EMEF Primavera, reuniu crianças, adolescentes e jovens em apresentações que emocionaram o público presente com a qualidade e a diversidade das performances.
Com um repertório que transitou do rock clássico à MPB, além de declamações poéticas, danças e relatos sobre temas do cotidiano escolar, o sarau demonstrou o potencial criativo dos estudantes quando incentivados em um ambiente colaborativo e acolhedor. Solos, duetos e apresentações coletivas mostraram não apenas talento, mas também maturidade artística e sensibilidade social.
O sucesso do evento foi tão expressivo que a Cooperprima já estuda a possibilidade de realizar duas edições do Sarau Municipal em 2026, ampliando ainda mais o espaço para a expressão cultural dos alunos. “O sucesso foi tanto que a Cooperprima já estuda a possibilidade de promover dois Saraus Municipais em 2026, ampliando ainda mais o espaço para o talento e a expressão artística deles”, destacou o professor orientador Ivan Daniel Muller, idealizador da iniciativa.
A secretária de Educação, Denise Maria Maldaner, esteve presente e manifestou seu orgulho pelo trabalho desenvolvido pela Cooperprima. “Esse projeto é um exemplo claro de como o investimento da Administração Municipal e da Secretaria de Educação em iniciativas cooperativas e criativas retorna em forma de aprendizado, protagonismo e talento estudantil”, afirmou.
Denise também agradeceu os parceiros que tornaram o evento possível, especialmente a Sicredi Pioneira, pela parceria institucional, e reconheceu o apoio da coordenadora pedagógica dos Programas Escolares da SMEDI, Rejani Butzen, o empenho da equipe da EMEF Primavera, a dedicação do professor Ivan e, sobretudo, o envolvimento das famílias, essenciais para o fortalecimento da cooperativa escolar.
O 4º Sarau Municipal da Cooperprima reafirma o papel da arte como ferramenta de transformação educacional e comunitária — e deixa claro que, em Dois Irmãos, o futuro da cultura já está sendo escrito pelas mãos, vozes e corpos dos estudantes.